quarta-feira, maio 22, 2013

Por onde andei.

Ei, pessoal! Tudo bem com vocês? Sumi um pouco e ainda preciso de um tempo pra me organizar. Quem me acompanha nas redes sociais - Twitter - Facebook -Instagram-  já sabe da novidade da vez: Twix! Prometo que logo virei aqui contar como o encontrei e como ele está. Como disse, ainda preciso de um tempo, a internet não ta me permitindo postar, então acabo usando mais a internet do celular. É final de período na Universidade e esse é o meu último ano, YAY! Me ocupei também cuidando do Twix nos últimos dias e espero poder falar sobre ele em breve aqui no blog. E para os que curtem os sorteios, logo teremos mais um! Torçam por mim nesse final de período e pelo Twix para que o olhinho dele fique bom. Quem é novo por aqui ou ta se perguntando quem diabos é Twix, click aqui

Boa semana pra gente! 


quinta-feira, maio 16, 2013

Fim de tarde, início de TCC

Disse que falaria mais sobre a UESC e o meu TCC por aqui, faria uma espécie de diário. Ainda não deixei essa ideia de lado, ok? Acontece que com os problemas pessoais dos últimos tempos e os "vai ter greve-não vai ter greve" embolaram tudo no meio do caminho. 

Ok, vamos ao projeto. 

Ontem fui visitar um dos lugares que vou fotografar e fazer pesquisa de campo. Já li vários livros e artigos e o projeto escrito está em andamento. O tema é Fotografia e trabalho. Com o tempo conto mais por aqui - já que toda hora mudo alguma coisa. Esse lugar é a Z19, uma colônia de pescadores em Ilhéus. A cidade logo ali do lado - do lado, mesmo - e você olha pro lado e enxerga o asfalto, olha pro outro e só tem água e imagens bonitas. Confesso que empolguei. 
O Senhor nessas duas fotos é o Senildo, ele pesca na Z19 há 5 anos (pesca esportiva). Senildo tem 73 anos, nascido e criado na cidade de Ilhéus-Ba
O Pôr-do-sol lá é lindo demais. Trouxe apenas essas três fotos aqui pro blog pra contar pra vocês como ta sendo. Em termos de sentimento: Ok, bate aquele desespero natural de TCC. Os sintomas até parecem algum tipo de doença. A Dúvida vem o tempo todo e o projeto, creio eu, será mudado inúmeras vezes até que fique completamente pronto.

Tem outras fotos no Instagram, quem quiser me seguir, clica aqui.

Quero gradecer de todo o meu coração ao Jeiber que foi mais que importante ontem e me ajudou muitãozão pra sempre. Obrigada, baby! Só pra vocês entenderem, o Trabalho de Conclusão de Curso geralmente é feito em duplas ou trios, eu estou forever alone - mas isso não foi uma reclamação, pelo contrário. Ainda assim, ter alguém pra ajudar nesses momentos é fundamental!

É isso, pessoal. Caso vocês queiram saber algo mais sobre o projeto ou tenham alguma dúvida ou sugestões do que mais vocês querem ver e ler no próximo post, deixem nos comentários. 


sexta-feira, maio 10, 2013

O que você gostaria que fizessem com você.

Desde que mudei de cidade, algumas coisas mudaram em mim. E, quando digo "algumas coisas", não me refiro apenas aos vários cortes de cabelo ou as várias mudanças de casa, estilo, gostos e tudo mais. Sabe, no início era tudo muito estranho. As pessoas esbarravam em mim no centro da cidade e EU pedia desculpas por ELAS esbarrarem em mim. No ônibus indo a Universidade, costumava me levantar pra dar lugar a algum idoso - e tudo bem se ele nem agradecesse. Eu estava sendo legal, certo?

Depois de um tempo morando aqui e mudando tantas coisas, comecei a conhecer um outro eu. Era um EU que esbarrava nas pessoas e continuava andando, sem pedir desculpas. Um EU que ignorava pessoas em pé no ônibus e continuava sentada. Um EU que não dizia coisas como bom-dia-boa-tarde-boa-noite-Obrigada-Com-licença. Um EU que colocava o fone de ouvidos e simplesmente ignorava o mundo ao redor.

Até que um dia desses, andando pelo centro da cidade com o namorado, fiz algum desses atos que já haviam se tornado "normais" para mim, ele se assustou e disse: "O que fizeram com você?!". Minha resposta foi das mais medíocres possíveis: "Estou agindo como todo mundo age comigo aqui". Foi aí que percebi que eu só estava recebendo aquilo que estava enviando: negatividade.

Não importa o quanto o mundo vire as costas ou o quanto as pessoas polpem os "muito obrigado", percebi que a essência da gente não deve mudar. E que se for pra mudar, que seja sempre pra melhor. A mudança no nosso dia começa quando a gente muda o dia de outra pessoa, e o que vem depois é lucro. Eu não quero ser igual a todo mundo, nem quero me perder no meio do caminho. Talvez, se todo mundo pensasse assim ou agisse assim haveriam menos esbarrões e mais gentilezas.

Tudo que a gente precisa é amor! E um pouco de educação, claro.


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